quinta-feira, 27 de março de 2008

Sanduíche

Ortberg diz num dos seus livros, já não sei qual, que há diferentes tipos de pessoas, logo de crentes também.

Há aqueles que anseiam pela Palavra. Aqueles que atingem o zenith (desculpem o palavrão) com o período de cânticos. Aqueles para quem o que interessa é a comunhão. E os outros que se preocupam mais com a vida interior, descurando a comunhão eclesial.


Confesso que tenho dificuldade em passar mais de metade do culto a cantar e pouco menos do que isso a meditar a Palavra. Não digo que não haja bençãos neste contexto. E como é o único que conheço realmente bem, deve-me parecer que há outros que funcionam melhor.


Claro que quando a igreja se junta deve celebrar Deus, e a sua união. Porém, hoje parece-me que se não existir cantoria não há culto. Pode parecer uma ideia estranha, mas estamos mais habituados a cultos de louvor, já assisti a alguns, sem pregação, porque não o contrário?

Porque achamos uma seca. Ouvir alguém, que por vezes nem gostamos por aí além.
Esquecemo-nos facilmente de que Deus fala através da Sua Palavra. Duvidamos é que Ele fale através daquele Pastor ou Irmão.

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